By Luiza Buchaul

O segundo ou primeiro dia começa as 09h da manhã aos 7 graus, e novamente – como já era de se esperar – sem programação! Mas ele acontece com o melhor roteiro que poderia: Casa Rosada, Plaza de Mayo e a incrível e traumatizante experiência em La Boca! Não que tenha sido ruim, eu ADOREI, como já imaginava. Mas o número de pessoas que te puxam para comer em seus respectivos restaurantes é assustador. Quase perdi a vontade de comer com toda essa confusão, mas a fome foi maior. Depois de sermos convencidos por um portoriquenho naturalizado argentino e recém chegado do Rio de Janeiro, onde permaneceu por um mês hospedado em Copacabana e conheceu as cervejas Brahma e Bohemia – melhores que a argentina Quilmes, em sua opinião – ótimas musicas como Créu (a qual ele pessoalmente prefere a velocidade 5) e Glamourosa (é esse mesmo o nome?), decidimos experimentar  (obviamente, isso é maneira de dizer. Felipe comeu sozinho. E não gostou. Enquanto eu fiquei nos acompanhamentos, e também não gostei do tempero do arroz) a Parrilada: uma mistura de 574 tipos de carne e partes de cadáveres de vários animais. Feio. MUITO feio o prato. E não digo isso porque sou vegetariana, afinal acho uma picanha na pedra lindaa!

Enfim abastecidos, voltamos a caminhar por algumas horas pelas ruas de La Boca, ate La Bombonera. Sim, o estádio parece uma caixa de bombom. E você fica tão perto do gramado que até eu que não gosto de futebol desejei ver uma partida do Boca Juniors x River Plate ali mesmo. Encantador. E não é só pelas suas cores azul e amarelo. *.*

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Uma resposta para “”

  1. Elton Pacheco Disse:

    ahhahaa
    Se tivesse lido meu post sobre a experiencia CULINÁRIA em La Boca, tinha evitado teu amigo de perder $ 28 pesos! ahahha
    Ou ele gostou?

    Eu comi uma orelha de porco e quase vomitei!
    Mas valeu sentar nas mesinhas, tomar vinho e ver tango de rua, né?

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