5 de junho é Dia Mundial do Meio Ambiente.
E eu parei pra pensar sobre a minha atitude enquanto parte dele. Nós, seres humanos, fazemos parte do meio ambiente biótico, que se refere aos vegetais e animais e sua relação recíproca com o meio abiótico (solo, água, atmosfera e radiações).
Na definição legal (Lei 6.938, de 31 de agosto de 1981), meio ambiente é o conjunto de condições, leis, influências, alterações e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas.
Dadas as explicações, vamos às reflexões.
Quando criança, muito foi me passado por minha família sobre valores de respeito, equilíbrio e amor à natureza. Cresci sabendo que, além de conviver harmonicamente, eu também fazia parte dela. E hoje eu penso no que, efetivamente, faço para preservá-lo atualmente, quando se está na moda debater o desenvolvimento sustentável e se dizer ecologicamente correto. E a conclusão a qual eu chego é de que não faço nada!
Apesar de me enquadrar na dieta ovolactovegetariana, o que desestimula a criação bovina, principal emissora do metano (segundo maior causador do efeito estufa no planeta. ainda sinto falta daquele botão de nota de referência citado no primeiro post…tsc), eu não faço nada!
Se pensarmos no lixo produzido diariamente por cada um de nós, no uso inconsequente de material poluente, no consumo exacerbado, fruto do capitalismo incorporado em todos nós em diferentes escalas - e eu digo nós sem exceções - veremos as dimensões disso.
Segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, realizada pelo IBGE em 2000, o Brasil produzia cerca de 230 mil toneladas de lixo por dia. Não quero nem imaginar esse número atualmente.
Eu vejo duas soluções possíveis: matar ao menos metade da população e controlar demasiadamente o índice de natalidade pelos próximos duzentos anos ou (o mais difícil, porém ainda mais viável) conscientizá-la.
A propósito, você sabe pra onde vai o seu lixo?
